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Prédio abandonado da antiga Telemar volta a ser ocupado por menores e pessoas em situação de rua em Eirunepé
O prédio abandonado da antiga Telemar, localizado na Avenida Getúlio Vargas, na região central de Eirunepé, voltou a chamar a atenção da população após ser utilizado como abrigo improvisado por menores de idade e pessoas em situação de rua.
Imagens registradas por internautas mostram várias pessoas utilizando o imóvel para dormir e permanecer durante a noite. A situação preocupa moradores, principalmente pela presença de adolescentes e pelas condições consideradas inadequadas para quem está vivendo no local.
Segundo informações repassadas ao Eirunepé Notícias, a Polícia Militar esteve no prédio na última segunda-feira para verificar a situação. A presença policial ocorre após denúncias relacionadas à ocupação do imóvel, que já vinha sendo apontado como ponto de permanência de pessoas em situação de vulnerabilidade.
O caso também levanta uma questão social. Sem um local adequado para permanecer, pessoas em situação de rua acabam recorrendo a imóveis abandonados para conseguir abrigo. A presença de menores torna a situação ainda mais delicada e exige atenção dos órgãos responsáveis pela proteção social e dos direitos da criança e do adolescente.
Moradores e internautas pedem que a Assistência Social e os demais órgãos competentes realizem uma ação no local, buscando identificar as pessoas que estão vivendo no prédio e encaminhá-las para atendimento adequado.
Além da questão da segurança, há preocupação com a exposição de crianças e adolescentes a situações de vulnerabilidade e a ambientes que podem oferecer diversos riscos.
O Eirunepé Notícias reforça que a situação deve ser tratada principalmente como uma questão de proteção social e garantia de direitos, evitando a simples retirada das pessoas sem que seja apresentada uma alternativa de acolhimento.
A situação também chama atenção para o abandono do imóvel, que permanece sem uma utilização definida e acabou se transformando em abrigo improvisado para pessoas que não encontram outra alternativa.
A população aguarda agora uma atuação conjunta dos órgãos públicos para que o problema seja enfrentado de forma humanizada e permanente.