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Venda de carne de cavalo é permitida no Brasil e pode ocorrer em Eirunepé, desde que siga normas sanitárias

A French butcher cuts into a piece of horsemeat on a block in a horse butchery shop in Marseille February 14, 2013. Horsemeat is traditionally prized by many consumers in EU countries. The French now consume less than 300 grams (0.66 lbs) per person per year, a fifth of what they ate 30 years ago and less than 1 percent of the total meat they consume. The European Commission has proposed increased DNA testing of meat products to assess the scale of a scandal involving horsemeat sold as beef meat that has shocked the public and raised concern over the continent's food supply chains. REUTERS/Jean-Paul Pelissier (FRANCE - Tags: FOOD BUSINESS)


A comercialização de carne de cavalo é permitida no Brasil, desde que sejam obedecidas todas as exigências legais e sanitárias previstas pelos órgãos competentes. Em municípios como Eirunepé (AM), açougueiros que tiverem interesse também podem vender o produto, desde que a carne seja proveniente de abatedouros regularizados e com inspeção oficial.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o abate de equinos para consumo humano é autorizado no país, porém deve ocorrer em frigoríficos registrados e sob inspeção sanitária (municipal, estadual ou federal). A carne só pode ser comercializada com procedência comprovada e dentro das normas de higiene e armazenamento.

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Apesar de ser legal, o consumo de carne de cavalo não é comum no Brasil, sendo a maior parte da produção destinada à exportação para países da Europa e da Ásia.

Culturalmente, muitos brasileiros não têm o hábito de consumir esse tipo de carne.
É importante ressaltar que vender carne de cavalo como se fosse carne bovina é crime e configura fraude contra o consumidor, podendo resultar em multas, interdição do estabelecimento e outras penalidades previstas em lei.

Em Eirunepé, caso haja interesse por parte de comerciantes, a recomendação é buscar orientação junto à Vigilância Sanitária local para garantir que todas as exigências legais sejam cumpridas antes de iniciar qualquer comercialização.

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