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O crime bate palma: armas estão sendo vendidas como se fosse banana em Eirunepé-AM

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A situação em Eirunepé chegou num ponto crítico, agora, espingardas estão sendo vendidas abertamente em grupos de WhatsApp, como se fosse mercadoria comum de feira. Anúncios circulam em conversas entre moradores, oferecendo armas sem registro, sem nota fiscal, e pior: sem nenhuma noção do perigo que isso representa.

Enquanto o povo clama por paz, o crime comemora porque a impunidade tá servida no grupo e a Polícia Civil alerta: “Quem vender ou comprar, vai responder criminalmente.”

A Polícia Civil já está investigando os grupos onde esse tipo de conteúdo vem sendo compartilhado. Segundo a corporação, quem for pego vendendo ou tentando negociar armas de fogo sem autorização pode ser enquadrado nos crimes de comércio ilegal de arma de fogo (Art. 17 da Lei 10.826/2003), com pena de 4 a 8 anos de reclusão, além de multa.

E mais: comprar também é crime. Não adianta se esconder atrás da tela. A polícia já mapeia números, prints e denúncias feitas pela própria população. “Venda de espingarda por WhatsApp é crime grave. Pode não parecer, mas essa arma que circula ilegalmente pode estar envolvida em um homicídio amanhã”, afirmou o delegado de policia civil.

A População pode denunciar de forma anônima e as denúncias podem ser feitas diretamente na delegacia ou pelo número da Polícia Civil, com garantia de sigilo absoluto.

Arma não é produto de grupo de venda É preciso deixar claro: nenhuma espingarda pode ser vendida legalmente por pessoa física em grupo de WhatsApp, Facebook ou redes sociais. Apenas lojas credenciadas com autorização do Exército e Polícia Federal podem comercializar armas legalmente e mesmo assim, com uma burocracia rígida. O recado tá dado.

Se vender arma em grupo virou moda em Eirunepé, o próximo modismo pode ser a cela da delegacia. Compartilhe este alerta. E Envie denúncias pro @eirunepenoticias.

Sua voz tem poder e sua denúncia pode salvar uma vida.

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