Policial
Casa do Erê: o novo centro da droga e da prostituição em Eirunepé, e o silêncio das autoridades
Nos últimos dias, o Eirunepé Notícias tem recebido uma enxurrada de mensagens e pedidos de socorro vindos de moradores da Baixada, mais precisamente da área conhecida como “Casa do Erê”. O local, que antes era apenas mais uma casa esquecida no bairro, agora é apontado pela população como o novo ponto central da distribuição de drogas, prostituição e aliciamento de menores em Eirunepé.
Segundo os relatos, menores de idade, inclusive crianças de até 7 anos, estariam sendo usados para entregar drogas. Além disso, prostituição a céu aberto, tráfico de entorpecentes e movimentações suspeitas já viraram rotina. O pior: tudo acontece diante dos olhos da sociedade, sem que nenhuma autoridade tome uma providência efetiva.
A pergunta que fica é: até quando o poder público vai continuar ignorando o clamor do povo?
Moradores afirmam que denunciam constantemente a situação, mas não há nenhuma ação visível por parte da Polícia, da Justiça ou da própria Prefeitura. O cenário é de abandono. Parece que o caos foi normalizado. Parece que a criminalidade venceu.
A Casa do Erê hoje é vista como o “quartel-general do tráfico” em Eirunepé. Lá, segundo relatos, entra e sai de pessoas o dia inteiro, crianças são aliciadas, jovens são exploradas sexualmente, e a droga circula livremente. Um verdadeiro mercado paralelo da destruição, funcionando a céu aberto, em plena luz do dia e da noite.
Enquanto isso, nenhum vereador se pronuncia, nenhum boletim oficial é publicado, e nenhuma operação séria é feita. O silêncio das autoridades é cúmplice. E a população está cansada.
Cadê o poder público? Cadê a polícia? Cadê os representantes do povo que juraram proteger a sociedade?
O Eirunepé Notícias reforça: não estamos aqui para atacar pessoas ou instituições, mas para ecoar o que o povo grita e clama nas esquinas, nas redes sociais, nas mensagens que chegam todos os dias ao nosso jornal. Se a Casa do Erê é hoje o novo centro da droga, da prostituição e do aliciamento de menores, é porque houve falha grave da fiscalização, da proteção social e da segurança pública.
O povo está abandonado. E enquanto o tráfico cresce, a infância morre, a juventude se perde e a esperança da Baixada afunda ainda mais na lama da omissão.
Fica aqui o nosso apelo, e o nosso protesto:
Que a Casa do Erê não se transforme em um memorial da negligência pública de Eirunepé.
E que aqueles que podem agir, ajam antes que mais uma criança seja aliciada, mais uma jovem explorada e mais uma família destruída pelo silêncio de quem deveria proteger.