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VÍDEOS: “Vota na Áurea de novo” diz morador revoltado, com a ladeira do porto que expõe o caos e o abandono da gestão pública Municipal
Na manhã desta terça-feira (15), novos vídeos chegaram à redação do Eirunepé Notícias, mostrando mais uma vez o drama vivido por quem precisa passar diariamente pelo porto da cidade. As imagens são claras: caminhões atolados, motoristas arriscando a própria vida e moradores gritando por socorro diante da completa ausência do poder público.
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A situação, que já havia sido denunciada na última quinta-feira (10), parece estar longe de qualquer solução. Pelo contrário: piorou. A única ladeira de acesso entre o porto e a cidade está tomada pelo barro e atoleiros, formando verdadeiras armadilhas para quem depende da via para transportar cargas e garantir o sustento de suas famílias.
Em um dos vídeos mais recentes, é possível ver trabalhadores tentando empurrar veículos atolados, enquanto um morador, completamente indignado, grita: “Isso aqui é uma falta de vergonha, olha a situação! A gente puxa na força do braço o que a prefeita Áurea não tem coragem de fazer nem com máquina.”
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O povo que trabalha no porto carregadores, motoristas, comerciantes e ribeirinhos, já não sabe mais a quem recorrer. Muitos afirmam que a atual gestão abandonou completamente o local, mesmo ele sendo um dos pontos mais estratégicos da cidade para entrada e saída de mercadorias.
Outro morador desabafa em vídeo:
“Antigamente até cavalo passava com facilidade. Hoje, nem caminhão sobe sem se enterrar na lama. Isso é um abandono com o povo de Eirunepé.”
Além do risco constante de acidentes, os prejuízos já são incontáveis. E a única resposta da gestão municipal tem sido o silêncio.
Tentamos novamente contato com a Secretaria de Obras e com a prefeita Áurea, mas até o fechamento desta matéria, nenhum posicionamento foi enviado.
A revolta cresce. O povo está cansado de promessas e discursos. Querem ação. Querem o mínimo. Querem segurança para trabalhar. Enquanto isso, quem move Eirunepé, com suor e sacrifício, segue fazendo, no braço, o que deveria ser obrigação de uma máquina pública que parece ter enguiçado há muito tempo.
E a pergunta que fica é: Até quando o povo vai empurrar sozinho essa cidade ladeira acima, sem nenhuma ajuda do poder público?