Denúncia Grave!
Alerta em Eirunepé: vendedores de colchões pedem documentos e vídeos de moradores, e população teme possível golpe
Moradores de Eirunepé-AM devem ficar atentos à atuação de vendedores de colchões que estão circulando pela cidade e realizando cadastros com coleta de documentos pessoais e gravação de vídeos. A situação foi relatada ao portal Eirunepé Notícias por uma moradora, que demonstrou preocupação com a abordagem dos vendedores e pediu atenção das autoridades.
Segundo o relato, os vendedores usam roupas escuras, carregam um pequeno colchão para demonstração, uma bolsa grande e uma garrafa azul-escura. Durante as visitas, eles apresentariam promessas relacionadas à aquisição de colchões e informariam que o produto, avaliado em aproximadamente R$ 7 mil, seria entregue após cerca de 20 dias.
O que mais chamou a atenção da denunciante foi o procedimento adotado durante o cadastro. Conforme a moradora, os vendedores solicitariam RG e CPF dos interessados, além de pedirem a gravação de um vídeo com a pessoa segurando o documento de identidade. Em uma das abordagens, uma mulher teria se apresentado como fisioterapeuta.
Ainda de acordo com a denúncia, várias pessoas que moram nas proximidades já teriam realizado o cadastro. A moradora também afirma que os contatos telefônicos fornecidos pelos vendedores não estariam funcionando adequadamente, caindo diretamente na caixa postal, e que pessoas que aderiram à proposta estariam enfrentando dificuldades para falar com os responsáveis.
Diante da situação, moradores demonstram receio de que os dados pessoais coletados possam ser utilizados indevidamente. Até o momento, porém, não há confirmação de que se trate de um golpe, e as informações relatadas ainda precisam ser apuradas.
O Eirunepé Notícias alerta a população para que tenha cautela ao fornecer documentos pessoais, gravar vídeos de identificação ou aceitar propostas comerciais sem verificar a procedência da empresa e a existência de contrato formal.
Quem já forneceu documentos e suspeita de uso indevido dos dados deve guardar comprovantes, mensagens e números de telefone, além de procurar a Polícia Civil para registrar a situação e receber orientações.
O portal deixa espaço aberto para que os vendedores ou a empresa responsável apresentem esclarecimentos sobre a atividade realizada no município.