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Eirunepé, Verdades que Doem: Por que certas denúncias só tão sendo divulgada agora?

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Eirunepé vive um daqueles momentos em que o silêncio começa a fazer barulho. Onde as denúncias surgem como enxurrada em época de cheia, arrastando tudo o que encontram pela frente reputações, alianças e memórias seletivas. Mas, o que mais assusta nessa história toda não é o conteúdo das denúncias, e sim a pergunta que ecoa nas esquinas, praças e grupos de WhatsApp: “Por que só agora estão falando?”

Durante os anos da gestão do ex-prefeito Raylan Barroso, críticas e suspeitas circulavam em conversas de varanda, mas não ganhavam os portais, nem os holofotes dos blogs regionais. Muitos em Eirunepé se lembram e não com saudade do clima de arrogância, da falta de transparência e das atitudes questionáveis de certos secretários, que tratavam os bens públicos como se fossem suas posses particulares. E por que, então, o silêncio? Por que só agora, na gestão de Áurea Marques, as denúncias pipocam com tanta frequência e publicidade?

Será por que acabou a boquinha? Por que não tá mais trabalhando? Será que o grito atual é sincero ou apenas dor de cotovelo disfarçada de moralidade? Será que querem manchar a imagem de uma mulher à frente da Prefeitura apenas porque o poder trocou de mãos? Será que a intenção é “falar mal pra ver se ganha um cala boca”? São perguntas legítimas, que precisam ser feitas sem medo, porque uma sociedade só cresce quando ousa questionar.

O Eirunepé Notícias mantém seu compromisso com a verdade. As informações que publicamos não são criadas em laboratório de fofocas temos áudios, imagens e provas. Mas também temos consciência crítica. Não nos deixamos cegar nem pelo fanatismo político, nem pelo medo. Nossa missão é clara: elogiar o que está certo, denunciar o que está errado, independentemente de quem esteja no poder.

O problema de Eirunepé nunca foi só um prefeito ou outro. O problema é o ciclo vicioso de impunidade, de tapinhas nas costas, de conchavos por baixo da mesa, de uma população ensinada a se calar, a aceitar favores no lugar de direitos. O problema é uma cidade que passou décadas sendo tratada como propriedade de grupos políticos, e não como lar de um povo digno e trabalhador.

Por que será que o Raylan perdeu, já que fez tanta coisa por Eirunepé? Sabe o que foi? ARROGÂNCIA isso mesmo, quando a pessoa está em um poder em um patamar autoritário, acredita que nada nem ninguém pode tocar nela, esse negócio de fazer chacota dizer. Já ganhamos e ponto final, esse foi o fim da grande era, e João Campelo prefeito de uma outra cidade acredita que pode cantar a sua música e o povo vai aplaudir igual antes, o que pode até acontecer, quer dizer, já está acontecendo, bajuladores, falsos admiradores que estão almoçando hoje, mais você sabe quando deixar de mamar vai começar a críticar e virar oposição, más assim como o que aconteceu com Raylan pode acontecer com o senhor, por que uma população ela aguenta e sofre,mais quando ela se une pra dizer chega! Meu amigo não tem dinheiro no mundo que corrompa, já era…

O povo precisa entender que cobrar não é ser contra, é ser cidadão. Apoiador que passa pano pra erro não é admirador, é cúmplice. Eirunepé não pode continuar no piloto automático da conveniência. Precisamos lutar por concursos públicos reais, por saúde que não falte medicamento básico, por educação que não dependa de promessas vazias em época de eleição.

A política, quando se afasta da ética, vira teatro de máscaras. E há muitos que hoje gritam contra os erros que antes aplaudiam só porque o palco mudou. A esses, deixamos um aviso: não adianta tentar enganar uma sociedade que está despertando. Não é mais tempo de bajuladores, e sim de vigilantes. De pessoas que amam Eirunepé de verdade e que querem vê-la crescer não nas costas da politicagem, mas na base da justiça, da transparência e do respeito ao povo.

Seja quem for, se fizer certo, terá o nosso respeito. Mas se errar e for provado precisa responder. Essa é a regra. E não adianta tentar calar quem está fazendo o que muitos deveriam ter feito lá atrás: abrir os olhos do povo. A verdade pode doer, mas é ela que liberta. E Eirunepé merece ser livre.

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