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Nos ajudem pelo amor de Deus: Moradores da Baixada de Eirunepé denunciam onda de furtos, drogas e abandono das autoridades

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O Portal Eirunepé Notícias recebeu, somente nesta quarta-feira (2), mais de doze denúncias desesperadas de moradores da região da Baixada, relatando uma verdadeira onda de furtos que vem acontecendo todos os dias. A situação tem gerado medo, revolta e um sentimento de total abandono por parte das autoridades.

“Os nomes dos ladrões, Alberti, Dêr, Eré, Uan, Gilson. Os pessoal aqui no bairro perpétuo Socorro não tão mais aguentando não meu amigo com tanto roubo ninguém pode deixar nada no canto que ele vêm e levam e depois vendem com o dinheiro vão compram droga aqui dois traficantes e vão fumar lá dentro da casa do Ere aqui na baixada”

Os relatos são unânimes: ninguém consegue mais viver em paz. Não se pode deixar uma sandália na frente de casa, uma roupa estendida ao sol, uma janela aberta. Os criminosos, muitos deles menores de idade ou usuários de drogas, estão invadindo residências, levando o que podem e deixando os moradores em pânico.

“Hoje fui estender uma roupa no varal e quando voltei, minutos depois, já não estava mais lá”, conta uma moradora, visivelmente abalada.

“Eles entram sorrateiramente pelas laterais, janelas, portões. Se veem alguma oportunidade, roubam na hora. Não tem hora, nem vergonha”, relata outro morador.

Segundo as denúncias, a maioria dos criminosos está usando os objetos furtados para trocar por drogas, e muitos estariam se reunindo diariamente na conhecida “casa do Eré”, ponto que, segundo os moradores, virou um centro constante de consumo de entorpecentes. O local já foi citado em diversas outras denúncias ao longo dos últimos meses, mas até agora nada foi feito.

“É muita droga. É todo dia. Eles roubam, correm pra lá, usam e voltam pra roubar mais. Não temos mais descanso”, afirma outro morador.

As pessoas estão cansadas, acuadas e sentindo-se sozinhas diante de uma situação que parece ter saído completamente do controle. Chamam a atenção da Polícia Civil, da Polícia Militar, do Conselho Tutelar, do Ministério Público e da Prefeitura. O apelo é por socorro antes que a tragédia anunciada se concretize.

“A comunidade não está pedindo luxo, nem favor. Está pedindo segurança! Queremos viver sem medo de dormir, sem medo de deixar uma sandália na porta”, disse uma das vítimas.

O portal Eirunepé Notícias reforça o clamor da população e exige uma resposta imediata das autoridades competentes. O povo não pode ser refém do medo, da impunidade e da indiferença.

Redação: Eirunepé Notícias
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