Geral
Moradores do Beco do Louro e Comunidade do Roy denunciam abandono e cobram ações da Prefeitura de Eirunepé
Na manhã deste domingo (29), o ativista comunitário Gilson, conhecido na cidade pelos vídeos que grava enquanto percorre os bairros de bicicleta, voltou a chamar atenção para a situação crítica de vias públicas em Eirunepé. Desta vez, o foco foi o Beco do Louro e a Comunidade do Roy, onde, segundo ele, a realidade das ruas tem se tornado cada vez mais alarmante.
• Beco do Louro ⬇️⬇️⬇️
Nos vídeos publicados nas redes sociais, Gilson mostra duas ruas completamente intrafegáveis, com lama, buracos e trechos onde nem mesmo uma ambulância ou viatura policial conseguiria passar. A condição das vias representa um risco direto para os moradores, especialmente em casos de emergência envolvendo saúde ou segurança.
“Eu sei que tudo não se resolve em seis meses, mas o povo só quer consideração. Pelo menos uma conversa, uma data, uma explicação. Uma máquina que venha abrir caminho pros alunos irem pra escola, pros carros de emergência entrarem. Isso aqui é gente de verdade, que votou e acreditou. Só pedimos dignidade”, desabafou Gilson durante a gravação.
Comunidade do Roy ⬇️⬇️⬇️
A reivindicação principal é por mais transparência e diálogo por parte do Poder Executivo. Gilson reforça que a comunidade entende os desafios enfrentados pela gestão, mas espera pelo menos uma ação paliativa que possa amenizar os impactos no dia a dia dos moradores. O pedido é claro: que a prefeita e o secretário responsável possam ir até os bairros, ouvir as pessoas e oferecer uma resposta concreta.
Os vídeos têm ganhado ampla repercussão nas redes sociais e reacendido o debate sobre a desigualdade no tratamento entre bairros centrais e comunidades mais afastadas. Para muitos, a falta de infraestrutura nas áreas periféricas de Eirunepé não é novidade, mas a ausência de diálogo e de um cronograma de intervenções reforça o sentimento de abandono.
O portal Eirunepé Notícias permanece à disposição para ouvir o posicionamento oficial da Prefeitura e dos responsáveis pela infraestrutura urbana, assim como seguirá acompanhando a situação dos moradores do Beco do Louro e da Comunidade do Roy.